Na Pré-História, os homens lutavam pela sobrevivência. Brigavam por um pedaço de carne, quando encontrava algum. Temiam o desconhecido, exatamente por não conhecê-lo. Criaram mitos para explicar e justificar a própria origem e existência.
Na Antiguidade, a luta era para construir impérios, escravizar humanos, manter-se no poder, ou simplesmente garantir sua liberdade. Adorar as divindades e oferecer sacrifícios em troca de benefícios como enriquecimento ou vitória numa guerra.
A humanidade “evoluiu”. Passou pela Idade Média e pela Idade Moderna. Desenvolveu ciências e tecnologias, cruzou o oceano, acumulou riquezas, conquistou territórios, dominou povos, destruiu culturas e civilizações, inventou armas e remédios. Travou guerras sangrentas entre “o Bem e o Mal”.
Chegou à contemporaneidade e conquistou novos objetivos. Construiu foguetes, alcançou a lua, explorou o espaço, desenvolveu novas tecnologias, descobriu a cura para muitas doenças, salvou muitas vidas e destruiu muitas outras.
Desde a Pré-História, a humanidade briga entre si por poder e riqueza. Nada mudou!
Se antes o homem utilizava uma machadinha de pedra lascada para caçar seu alimento ou matar outro homem que ameaçasse seus domínios, hoje utiliza uma bomba capaz de destruir todo planeta e com ele, a humanidade. O instinto selvagem de atacar para se defender e matar para proteger seu território, ou exterminar para manter-se no poder e adquirir mais riquezas não mudou nada em milhares de anos.
Dizem que a humanidade evoluiu! Basta saber se para melhor ou pior. Que houve evolução não há dúvida: da machadinha de pedra ao microcomputador houve um salto fantástico; das Grandes Navegações marítimas às Viagens Espaciais e Virtuais, a aventura é miraculosa; das pinturas rupestres até os desenhos computadorizados, a tecnologia e a arte desenvolveram técnicas revolucionárias; da pedra lascada à era do laser, o homem superou milhares de vezes sua capacidade intelectual e técnica. E não pára por aqui. O processo de criação é infinito, inovador e libertador.
Na Antiguidade, a luta era para construir impérios, escravizar humanos, manter-se no poder, ou simplesmente garantir sua liberdade. Adorar as divindades e oferecer sacrifícios em troca de benefícios como enriquecimento ou vitória numa guerra.
A humanidade “evoluiu”. Passou pela Idade Média e pela Idade Moderna. Desenvolveu ciências e tecnologias, cruzou o oceano, acumulou riquezas, conquistou territórios, dominou povos, destruiu culturas e civilizações, inventou armas e remédios. Travou guerras sangrentas entre “o Bem e o Mal”.
Chegou à contemporaneidade e conquistou novos objetivos. Construiu foguetes, alcançou a lua, explorou o espaço, desenvolveu novas tecnologias, descobriu a cura para muitas doenças, salvou muitas vidas e destruiu muitas outras.
Desde a Pré-História, a humanidade briga entre si por poder e riqueza. Nada mudou!
Se antes o homem utilizava uma machadinha de pedra lascada para caçar seu alimento ou matar outro homem que ameaçasse seus domínios, hoje utiliza uma bomba capaz de destruir todo planeta e com ele, a humanidade. O instinto selvagem de atacar para se defender e matar para proteger seu território, ou exterminar para manter-se no poder e adquirir mais riquezas não mudou nada em milhares de anos.
Dizem que a humanidade evoluiu! Basta saber se para melhor ou pior. Que houve evolução não há dúvida: da machadinha de pedra ao microcomputador houve um salto fantástico; das Grandes Navegações marítimas às Viagens Espaciais e Virtuais, a aventura é miraculosa; das pinturas rupestres até os desenhos computadorizados, a tecnologia e a arte desenvolveram técnicas revolucionárias; da pedra lascada à era do laser, o homem superou milhares de vezes sua capacidade intelectual e técnica. E não pára por aqui. O processo de criação é infinito, inovador e libertador.
(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)


