sexta-feira, 31 de julho de 2009

Em busca de um novo Homem

Que tipo de homem o mundo precisa?
Um homem capaz de amar o próximo, sem exigir nada em troca. Que por amor prefira servir a ser servido. Que renuncie todo poder e riqueza conquistada de forma ilícita para viver na plenitude do amor a seu semelhante. Que plante flores para deixar o mundo mais belo. Que escreva poesias para sensibilizar a humanidade. Que tenha coragem de amar sem preconceito, sem medo de ser cobrado.
O novo homem é o que busca Deus em seu coração, porque sabe que a busca de Deus, é a busca de sua essência. É a busca de si mesmo.
Este homem é especial porque sabe que cada ser humano é importante e, que a união de todos, forma este ser tão perfeito chamado Deus.
O novo homem está tão perto. Está dentro de cada um de nós. Precisamos despertá-lo. Trazê-lo para o mundo real a fim de construirmos juntos uma sociedade melhor.
Sem medo de ser feliz e fazer felizes nossos semelhantes. Sem vaidade e arrogância.
O novo homem, aceita cada um como é, independente de sua religião, raça, posição social ou opção sexual.
O homem que não faça sofrer, mas cure o sofrimento da humanidade. Que seja capaz de doar do pouco que tem porque sabe que não lhe fará falta.
Este homem é você. Muito prazer!



(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Seja um vencedor!

A solução não está na luta armada e no derramamento de sangue. Também não está em movimentos desorganizados e reivindicações vazias ou politiqueiras.
Investir no ser humano gera os maiores lucros, é o melhor investimento. É a solução.
A humanidade está desumanizada. Robotizamos nossas ações e nosso pensamento. Tudo que pensamos está enlatado, por isso não conseguimos analisar nossa situação.
É preciso utilizar um abridor de latas para desenlatar as idéias que nos são impostas.
Vivemos tão mecanicamente que mal paramos para contemplar a beleza que existe em cada ser humano. Nos distanciamos de nossas raízes. Deixamos de ser simples e felizes e optamos por uma vida artificial, complexa e triste.
“Aqueles que vivem no fracasso e na infelicidade nunca exerceram suas opções pelas melhores coisas da vida porque nunca tiveram consciência de que podiam escolher!”
Ninguém impõe isso a ninguém. Somos livres para escolher como viveremos: na desgraça ou na graça. A felicidade não está naquela casa nova, naquela carreira nova, naquele amigo novo, naquele parceiro novo. E não está à venda. A felicidade não se resume em conseguir, mas em satisfazer-me com o que conseguiu. Com o que tenho e com o que não tenho. A felicidade plena é um estado de “espírito”. Mas nosso “espírito” é muito sensível, sujeito a muitas doenças.

(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual les Adorar?
Berto Editora, 2004)


Somos vítimas do próprio medo

É preciso coragem para libertar-se de paradigmas ultrapassados que nos prendem ao passado. Como uma âncora que não permite que naveguemos pelas maravilhas do mundo. Ficamos presos a ideologias criadas por uma classe dominante que não faz nada para mudar a situação cômoda e conveniente para quem está no comando.
Enquanto isso, aqueles que são oprimidos e explorados, permanecem numa situação desconfortável, por comodismo, medo, conveniência e ignorância.
Ninguém é vítima de ninguém. Somos vítimas de nosso próprio medo, de nossa própria covardia. Somos vítimas do próprio medo de mudar, de ousar, de transformar a própria vida.
Quantos de nós já tivemos oportunidade de mudar, mas por comodismo ou medo de mudança, permaneceu na situação que se encontrava.
Se formos manipulados é porque nos deixamos manipular, até mesmo por interesse.
Somos seres políticos. Defendemos interesses individuais e coletivos. Jogamos mesmo desconhecendo as regras. Criamos regras durante o jogo, conforme a necessidade e os interesses envolvidos.
Se estivermos no comando, ignoramos nossos comandados. Se formos súditos, nos colocamos na situação de vítima.



(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual DelesAdorar?
Berto Editora, 2004)


O Homem

Na Idade Média o teocentrismo predominava, pois Deus era o centro das atenções, tudo girava em torno Dele. A Terra era o centro do universo (geocentrismo), e a Igreja manipulava a população através de ameaças de ordem divina. Com o surgimento e desenvolvimento da ciência, alguns valores arcaicos deixam de ditar a ordem e o homem passa a ser o centro das atenções (antropocentrismo).
Desde tempos remotos, o homem evolui e desenvolve tecnologias para satisfazer seus desejos, superar suas dificuldades e diminuir suas necessidades.
Este ser capaz de criar e recriar, também capaz de construir maravilhas e destruir a própria espécie, é responsável pelos conflitos existentes no mundo entre o BEM e o MAL.
Para justificar tantas guerras e destruições, criou o diabo para inocentá-lo por tanta maldade cometida contra a humanidade. Assim, sem precisar assumir a própria maldade, atribui ao diabo acontecimentos negativos e a Deus toda bondade. Temos a eterna luta entre o Bem e o Mal, entre Deus e o Diabo.


(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)




domingo, 12 de julho de 2009

Dinheiro

E o DINHEIRO? O dinheiro faz com que as pessoas cometam crimes. O dinheiro provoca a inveja. Atrai falsos “amigos”. Por causa do dinheiro matamos, roubamos, prostituímos, traímos. O dinheiro corrompe a humanidade.
Não. O dinheiro não é responsável por nenhum desses males. O dinheiro é um produto da humanidade. Se não usássemos o dinheiro, praticaríamos todos estes crimes por qualquer outra mercadoria. Se cometermos crimes hediondos ou não, é porque somos pervertidos. Não é o dinheiro que nos corrompe. SOMOS CORROMPIDOS!
Amaldiçoar o dinheiro é “implorar” para viver na miséria. Mas também não precisa ser escravo dele e adorá-lo como um deus.
O pensamento é poderoso. A palavra tem poder. Tome cuidado com o que pensa e o que fala. Somos o que pensamos. Depois não adianta reclamar ou culpar outra pessoa. Quem pensou foi você não eu.
Abençoe o dinheiro. Receba-o com alegria e acredite que você merece todo dinheiro que recebe, desde que seja fruto de seu trabalho ou de fonte lícita. Pode ser que receba uma herança ou ganhe na loteria. Não importa. É seu e você mereceu.
Quem diz que dinheiro só traz desgraça e infelicidade não sabe o que está dizendo. Nunca teve dinheiro. Ou não sabe o que fazer com ele.







(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?Berto Editora, 2004)






Amor

“Deus é amor, e quem vive no amor em Deus vive, e nele Deus”. Muitas pessoas afirmam ter fé em Deus. Mas se lembram Dele somente nas horas de sofrimento ou, para “pedir” algo “impossível”. É como se Deus existisse somente para os sofredores e sonhadores. Basta passar por uma dificuldade financeira e pronto: “A FÉ AUMENTA”. Ou se tem fé, ou não tem. É como gravidez, ou se está grávida ou não. Não existe meia gravidez! Não acreditar na existência de Deus, não é pecado. Nem por isso, você é um monstro. Muitos que se dizem fiéis e crentes, não praticam seus mandamentos. Tem-se muita fé, mas não há AMOR. Outros que dizem não acreditar na existência de Deus, praticam o amor ao próximo. Qual deles estará mais próximo de Deus. Talvez todos. Talvez ninguém.
(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)