Na Idade Média o teocentrismo predominava, pois Deus era o centro das atenções, tudo girava em torno Dele. A Terra era o centro do universo (geocentrismo), e a Igreja manipulava a população através de ameaças de ordem divina. Com o surgimento e desenvolvimento da ciência, alguns valores arcaicos deixam de ditar a ordem e o homem passa a ser o centro das atenções (antropocentrismo).
Desde tempos remotos, o homem evolui e desenvolve tecnologias para satisfazer seus desejos, superar suas dificuldades e diminuir suas necessidades.
Este ser capaz de criar e recriar, também capaz de construir maravilhas e destruir a própria espécie, é responsável pelos conflitos existentes no mundo entre o BEM e o MAL.
Para justificar tantas guerras e destruições, criou o diabo para inocentá-lo por tanta maldade cometida contra a humanidade. Assim, sem precisar assumir a própria maldade, atribui ao diabo acontecimentos negativos e a Deus toda bondade. Temos a eterna luta entre o Bem e o Mal, entre Deus e o Diabo.
Desde tempos remotos, o homem evolui e desenvolve tecnologias para satisfazer seus desejos, superar suas dificuldades e diminuir suas necessidades.
Este ser capaz de criar e recriar, também capaz de construir maravilhas e destruir a própria espécie, é responsável pelos conflitos existentes no mundo entre o BEM e o MAL.
Para justificar tantas guerras e destruições, criou o diabo para inocentá-lo por tanta maldade cometida contra a humanidade. Assim, sem precisar assumir a própria maldade, atribui ao diabo acontecimentos negativos e a Deus toda bondade. Temos a eterna luta entre o Bem e o Mal, entre Deus e o Diabo.
(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)


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