É preciso coragem para libertar-se de paradigmas ultrapassados que nos prendem ao passado. Como uma âncora que não permite que naveguemos pelas maravilhas do mundo. Ficamos presos a ideologias criadas por uma classe dominante que não faz nada para mudar a situação cômoda e conveniente para quem está no comando.
Enquanto isso, aqueles que são oprimidos e explorados, permanecem numa situação desconfortável, por comodismo, medo, conveniência e ignorância.
Ninguém é vítima de ninguém. Somos vítimas de nosso próprio medo, de nossa própria covardia. Somos vítimas do próprio medo de mudar, de ousar, de transformar a própria vida.
Quantos de nós já tivemos oportunidade de mudar, mas por comodismo ou medo de mudança, permaneceu na situação que se encontrava.
Se formos manipulados é porque nos deixamos manipular, até mesmo por interesse.
Somos seres políticos. Defendemos interesses individuais e coletivos. Jogamos mesmo desconhecendo as regras. Criamos regras durante o jogo, conforme a necessidade e os interesses envolvidos.
Se estivermos no comando, ignoramos nossos comandados. Se formos súditos, nos colocamos na situação de vítima.
Enquanto isso, aqueles que são oprimidos e explorados, permanecem numa situação desconfortável, por comodismo, medo, conveniência e ignorância.
Ninguém é vítima de ninguém. Somos vítimas de nosso próprio medo, de nossa própria covardia. Somos vítimas do próprio medo de mudar, de ousar, de transformar a própria vida.
Quantos de nós já tivemos oportunidade de mudar, mas por comodismo ou medo de mudança, permaneceu na situação que se encontrava.
Se formos manipulados é porque nos deixamos manipular, até mesmo por interesse.
Somos seres políticos. Defendemos interesses individuais e coletivos. Jogamos mesmo desconhecendo as regras. Criamos regras durante o jogo, conforme a necessidade e os interesses envolvidos.
Se estivermos no comando, ignoramos nossos comandados. Se formos súditos, nos colocamos na situação de vítima.
(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual DelesAdorar?
Berto Editora, 2004)


Nenhum comentário:
Postar um comentário