domingo, 2 de agosto de 2009

Educação: chave para a mudança

A Educação é a chave para a mudança. Somente uma Educação realizada com compromisso, responsabilidade, verdade, ética, amor e bom-humor pode revolucionar a sociedade, portanto, o indivíduo. Somente uma Educação empenhada em praticar e ensinar com compromisso, responsabilidade, verdade, ética, amor e bom-humor é capaz de transformar o indivíduo e formar cidadãos.
Para isso, faz-se necessário que esta instituição chamada “EDUCAÇÃO” desempenhe sua verdadeira função social: formar CIDADÃOS CRÍTICOS, CONSCIENTES E LIVRES! De preferência BEM-HUMORADOS.
Enquanto isso não acontecer, continuaremos presenciando e vivenciando uma sociedade cada vez mais doentia, desestruturada, escravizada e “mal-humorada”.
Uma instituição construída para formar indivíduos pensantes – no caso da rede pública de ensino – está apenas fazendo o jogo de uma minoria elitizada lançando na sociedade indivíduos robotizados e condicionados ao trabalho apenas. Esta é uma contradição. A escola que formaria ou deveria formar indivíduos com pensamento autônomo, visando o bem comum, “contenta-se” apenas com a informação e o adestramento de indivíduos cada vez mais individualizados e programados que visam apenas interesses pessoais. Um dos principais problemas da nossa sociedade é o individualismo. E o que tem feito a educação pela formação societária e pela cidadania?



(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)


sexta-feira, 31 de julho de 2009

Em busca de um novo Homem

Que tipo de homem o mundo precisa?
Um homem capaz de amar o próximo, sem exigir nada em troca. Que por amor prefira servir a ser servido. Que renuncie todo poder e riqueza conquistada de forma ilícita para viver na plenitude do amor a seu semelhante. Que plante flores para deixar o mundo mais belo. Que escreva poesias para sensibilizar a humanidade. Que tenha coragem de amar sem preconceito, sem medo de ser cobrado.
O novo homem é o que busca Deus em seu coração, porque sabe que a busca de Deus, é a busca de sua essência. É a busca de si mesmo.
Este homem é especial porque sabe que cada ser humano é importante e, que a união de todos, forma este ser tão perfeito chamado Deus.
O novo homem está tão perto. Está dentro de cada um de nós. Precisamos despertá-lo. Trazê-lo para o mundo real a fim de construirmos juntos uma sociedade melhor.
Sem medo de ser feliz e fazer felizes nossos semelhantes. Sem vaidade e arrogância.
O novo homem, aceita cada um como é, independente de sua religião, raça, posição social ou opção sexual.
O homem que não faça sofrer, mas cure o sofrimento da humanidade. Que seja capaz de doar do pouco que tem porque sabe que não lhe fará falta.
Este homem é você. Muito prazer!



(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Seja um vencedor!

A solução não está na luta armada e no derramamento de sangue. Também não está em movimentos desorganizados e reivindicações vazias ou politiqueiras.
Investir no ser humano gera os maiores lucros, é o melhor investimento. É a solução.
A humanidade está desumanizada. Robotizamos nossas ações e nosso pensamento. Tudo que pensamos está enlatado, por isso não conseguimos analisar nossa situação.
É preciso utilizar um abridor de latas para desenlatar as idéias que nos são impostas.
Vivemos tão mecanicamente que mal paramos para contemplar a beleza que existe em cada ser humano. Nos distanciamos de nossas raízes. Deixamos de ser simples e felizes e optamos por uma vida artificial, complexa e triste.
“Aqueles que vivem no fracasso e na infelicidade nunca exerceram suas opções pelas melhores coisas da vida porque nunca tiveram consciência de que podiam escolher!”
Ninguém impõe isso a ninguém. Somos livres para escolher como viveremos: na desgraça ou na graça. A felicidade não está naquela casa nova, naquela carreira nova, naquele amigo novo, naquele parceiro novo. E não está à venda. A felicidade não se resume em conseguir, mas em satisfazer-me com o que conseguiu. Com o que tenho e com o que não tenho. A felicidade plena é um estado de “espírito”. Mas nosso “espírito” é muito sensível, sujeito a muitas doenças.

(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual les Adorar?
Berto Editora, 2004)


Somos vítimas do próprio medo

É preciso coragem para libertar-se de paradigmas ultrapassados que nos prendem ao passado. Como uma âncora que não permite que naveguemos pelas maravilhas do mundo. Ficamos presos a ideologias criadas por uma classe dominante que não faz nada para mudar a situação cômoda e conveniente para quem está no comando.
Enquanto isso, aqueles que são oprimidos e explorados, permanecem numa situação desconfortável, por comodismo, medo, conveniência e ignorância.
Ninguém é vítima de ninguém. Somos vítimas de nosso próprio medo, de nossa própria covardia. Somos vítimas do próprio medo de mudar, de ousar, de transformar a própria vida.
Quantos de nós já tivemos oportunidade de mudar, mas por comodismo ou medo de mudança, permaneceu na situação que se encontrava.
Se formos manipulados é porque nos deixamos manipular, até mesmo por interesse.
Somos seres políticos. Defendemos interesses individuais e coletivos. Jogamos mesmo desconhecendo as regras. Criamos regras durante o jogo, conforme a necessidade e os interesses envolvidos.
Se estivermos no comando, ignoramos nossos comandados. Se formos súditos, nos colocamos na situação de vítima.



(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual DelesAdorar?
Berto Editora, 2004)


O Homem

Na Idade Média o teocentrismo predominava, pois Deus era o centro das atenções, tudo girava em torno Dele. A Terra era o centro do universo (geocentrismo), e a Igreja manipulava a população através de ameaças de ordem divina. Com o surgimento e desenvolvimento da ciência, alguns valores arcaicos deixam de ditar a ordem e o homem passa a ser o centro das atenções (antropocentrismo).
Desde tempos remotos, o homem evolui e desenvolve tecnologias para satisfazer seus desejos, superar suas dificuldades e diminuir suas necessidades.
Este ser capaz de criar e recriar, também capaz de construir maravilhas e destruir a própria espécie, é responsável pelos conflitos existentes no mundo entre o BEM e o MAL.
Para justificar tantas guerras e destruições, criou o diabo para inocentá-lo por tanta maldade cometida contra a humanidade. Assim, sem precisar assumir a própria maldade, atribui ao diabo acontecimentos negativos e a Deus toda bondade. Temos a eterna luta entre o Bem e o Mal, entre Deus e o Diabo.


(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)




domingo, 12 de julho de 2009

Dinheiro

E o DINHEIRO? O dinheiro faz com que as pessoas cometam crimes. O dinheiro provoca a inveja. Atrai falsos “amigos”. Por causa do dinheiro matamos, roubamos, prostituímos, traímos. O dinheiro corrompe a humanidade.
Não. O dinheiro não é responsável por nenhum desses males. O dinheiro é um produto da humanidade. Se não usássemos o dinheiro, praticaríamos todos estes crimes por qualquer outra mercadoria. Se cometermos crimes hediondos ou não, é porque somos pervertidos. Não é o dinheiro que nos corrompe. SOMOS CORROMPIDOS!
Amaldiçoar o dinheiro é “implorar” para viver na miséria. Mas também não precisa ser escravo dele e adorá-lo como um deus.
O pensamento é poderoso. A palavra tem poder. Tome cuidado com o que pensa e o que fala. Somos o que pensamos. Depois não adianta reclamar ou culpar outra pessoa. Quem pensou foi você não eu.
Abençoe o dinheiro. Receba-o com alegria e acredite que você merece todo dinheiro que recebe, desde que seja fruto de seu trabalho ou de fonte lícita. Pode ser que receba uma herança ou ganhe na loteria. Não importa. É seu e você mereceu.
Quem diz que dinheiro só traz desgraça e infelicidade não sabe o que está dizendo. Nunca teve dinheiro. Ou não sabe o que fazer com ele.







(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?Berto Editora, 2004)






Amor

“Deus é amor, e quem vive no amor em Deus vive, e nele Deus”. Muitas pessoas afirmam ter fé em Deus. Mas se lembram Dele somente nas horas de sofrimento ou, para “pedir” algo “impossível”. É como se Deus existisse somente para os sofredores e sonhadores. Basta passar por uma dificuldade financeira e pronto: “A FÉ AUMENTA”. Ou se tem fé, ou não tem. É como gravidez, ou se está grávida ou não. Não existe meia gravidez! Não acreditar na existência de Deus, não é pecado. Nem por isso, você é um monstro. Muitos que se dizem fiéis e crentes, não praticam seus mandamentos. Tem-se muita fé, mas não há AMOR. Outros que dizem não acreditar na existência de Deus, praticam o amor ao próximo. Qual deles estará mais próximo de Deus. Talvez todos. Talvez ninguém.
(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)

domingo, 26 de abril de 2009

Deus

Muitas “igrejas”, “enfiam” na mente de seus seguidores que Deus castiga aqueles que se desviam do caminho designado por Ele. Qual o caminho correto a seguir? Que Deus, mantém uma prisão, chamada Inferno, para se vingar daqueles que “pecam” e não seguem suas “ordens”. Alguns “líderes” religiosos, dizem a seus fiéis, que a pobreza é dom e provação de Deus para testar sua fé. E para provar que sua fé é infinita, deve-se fazer sacrifícios. Neste caso, algumas “igrejas”, “exigem” doações como prova de fé, para alcançar a graça divina. Há senhores, que se dizem “mensageiros” de Deus, e fazem uma verdadeira lavagem cerebral, alienando pessoas que num momento de fraqueza se desfazem do pouco que possuem para enriquecer esses “falsos profetas”, que pregam a palavra de Deus de forma tão baixa e suja.
A indústria transformou Deus em mercadoria. Religião virou negócio. Igreja tornou-se empresa. Há igrejas que disputam a imagem de Deus através da televisão e tentam vender seu produto em nome da FÉ. A impressão que se tem é a da existência de vários deuses – mercadorias – pois cada um descreve “seu deus” como melhor que o da “concorrência”.
É como se cada religião ou cada igreja tivesse um Deus. Cada uma faz a propaganda de seu deus utilizando os meios de comunicação e empresas de publicidade. Tudo para vender o “seu deus”, ou melhor, seu produto.

(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)

O Diabo

Se não existir o Diabo, culparemos alguém. Quem sabe sua sogra! “Se o Diabo não existisse, a humanidade ainda estaria sujeita às tentações de pecar devido às paixões do corpo” .
O Diabo é um nome dado ao mal. O Diabo não tem poder algum. Não tem poder para fazer alguém cometer algo, contra sua vontade. Essa é uma maneira muito fácil e simplista de justificar nossos erros. Juntamente com a humanidade, a bondade e a maldade chegaram até nossos dias. Um ditado indígena diz que o bem e o mal são dois cães famintos que vivem dentro do homem. Aquele que você alimentar sobreviverá.
Negar a existência do Diabo como ser maligno, não significa afirmar que não existe o mal. O mal existe no homem e não fora dele. É parte da natureza humana. Se a maldade se manifesta na sociedade como um ser “mágico”, com super poderes, é porque culturalmente a humanidade criou este mito para isentá-la dos “pecados”, por ela cometidos. “Os demônios e o Diabo eram metáforas, principalmente para os vícios e para as tendências más que surgem dentro do coração humano” .
(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)




sexta-feira, 10 de abril de 2009

O Capitalismo

Podemos até responsabilizar o capitalismo pela desigualdade social, pela pobreza e por tantos problemas existentes. De fato, o sistema capitalista, não é o mais perfeito dos sistemas políticos e econômicos. Mas até agora, todos os sistemas criados pelo homem falharam. E todos os que ainda serão criados por nós, serão falhos e sujeitos a injustiças. Por um simples fato: A humanidade é falha!
(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)

sábado, 28 de março de 2009

O Governo

Quem governa é o homem. O governo é apenas uma instituição dirigida pelo homem – ou por vários homens. O sistema capitalista também foi inventado e é dirigido por homens. Por que então culpar instituições e sistemas criados pelo homem? Se forem falhos, é porque a humanidade é falha. Seus dirigentes são falhos. Então, de quem é a responsabilidade, senão do próprio homem.
É muito fácil afirmar que os governos são culpados pelo desemprego, pela taxa de juros e pela miséria do mundo. Não isento os governos de tais responsabilidades. Eles têm uma parcela grande de “culpa”, mas nós também somos responsáveis pela situação que nos encontramos.
Elegemos nossos representantes. Portanto, temos obrigação de fiscalizá-los e exigir que cumpram com dignidade, responsabilidade e honestidade a função para a qual foram eleitos com nosso voto. Não somos funcionários governamentais, mas somos membros e sócios da sociedade administrada pelo governo.
Certo que alguns homens que formam grupos dominantes – ELITE -, assumem a administração do Estado e governam para beneficiar oligarquias e ainda afirmam que defendem os interesses do povo. Mentira! Estas oligarquias são capazes de tudo para se manterem no poder. Porém, a politização do povo, a participação popular em sindicatos, partidos políticos, associações de bairro, grêmios estudantis, igrejas e até mesmo no governo, são alternativas para evitar que a elite dominante explore o país e saia impune.
É preciso parar de reclamar e agir. Participar da construção de uma sociedade mais justa. Isso não é impossível! Impossível, é viver numa sociedade corrupta, desonesta, opressora, autoritária, manipulada, demagoga, mesquinha e excludente.


(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Da pedra lascada ao laser

Na Pré-História, os homens lutavam pela sobrevivência. Brigavam por um pedaço de carne, quando encontrava algum. Temiam o desconhecido, exatamente por não conhecê-lo. Criaram mitos para explicar e justificar a própria origem e existência.
Na Antiguidade, a luta era para construir impérios, escravizar humanos, manter-se no poder, ou simplesmente garantir sua liberdade. Adorar as divindades e oferecer sacrifícios em troca de benefícios como enriquecimento ou vitória numa guerra.
A humanidade “evoluiu”. Passou pela Idade Média e pela Idade Moderna. Desenvolveu ciências e tecnologias, cruzou o oceano, acumulou riquezas, conquistou territórios, dominou povos, destruiu culturas e civilizações, inventou armas e remédios. Travou guerras sangrentas entre “o Bem e o Mal”.
Chegou à contemporaneidade e conquistou novos objetivos. Construiu foguetes, alcançou a lua, explorou o espaço, desenvolveu novas tecnologias, descobriu a cura para muitas doenças, salvou muitas vidas e destruiu muitas outras.
Desde a Pré-História, a humanidade briga entre si por poder e riqueza. Nada mudou!
Se antes o homem utilizava uma machadinha de pedra lascada para caçar seu alimento ou matar outro homem que ameaçasse seus domínios, hoje utiliza uma bomba capaz de destruir todo planeta e com ele, a humanidade. O instinto selvagem de atacar para se defender e matar para proteger seu território, ou exterminar para manter-se no poder e adquirir mais riquezas não mudou nada em milhares de anos.
Dizem que a humanidade evoluiu! Basta saber se para melhor ou pior. Que houve evolução não há dúvida: da machadinha de pedra ao microcomputador houve um salto fantástico; das Grandes Navegações marítimas às Viagens Espaciais e Virtuais, a aventura é miraculosa; das pinturas rupestres até os desenhos computadorizados, a tecnologia e a arte desenvolveram técnicas revolucionárias; da pedra lascada à era do laser, o homem superou milhares de vezes sua capacidade intelectual e técnica. E não pára por aqui. O processo de criação é infinito, inovador e libertador.


(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)

"Penso, logo existo!"

O mundo está cada vez mais racionalista, competitivo, individualista e globalizado. Fruto do desenvolvimento tecnológico e científico que impõe ao indivíduo um ritmo de vida cada vez mais acelerado, fragmentado, competitivo e solitário.
Hoje acessamos a Internet e navegamos pelo “mundo das informações”. Em contato com este mundo, isolados num cômodo de casa, no escritório ou em qualquer lugar, criamos nosso próprio mundo. Um mundo virtual. Um mundo paralelo ao mundo “real”. Ali permanecemos durante horas. Esquecemos do mundo real. Nos individualizamos cada vez mais. Exilados espontaneamente. Nos excluímos dos grupos sociais por vontade própria. Enquanto isso as relações de sociabilização, necessárias à “sobrevivência” da espécie humana, estão acontecendo em alguns setores da sociedade como escolas, igrejas, clubes, partidos políticos, “quartos”. Por enquanto! Pois, se a humanidade continuar nesse ritmo, voltaremos ao início da pré-história, no período paleolítico, quando o “homem”, vivia solitário lutando por sua sobrevivência. Isolados e solitários na Era da Globalização. Cada indivíduo “sociabilizando-se” com o mundo através de um micro-computador.

(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Indivíduo e sociedade

Cada indivíduo tem a missão de melhorar seu “metro quadrado” e participar na construção de uma sociedade formada por cidadãos. Não adianta querer mudar o mundo se o indivíduo não aceitar que tem de mudar internamente para propor uma transformação externa.
Certa vez, perguntei a um aluno se sabia o que era um cidadão e ele me respondeu que era uma cidade bem grande, como São Paulo.
Boa parte da população não sabe o que é ser cidadão. Pior que isso é saber o que é, e não praticar a cidadania.
Bem, o cidadão é o indivíduo consciente de sua responsabilidade e compromisso com a sociedade, ou seja, é sócio nesta “sociedade”. Conhece seus direitos e seus deveres. Fiscaliza a sociedade para que esta seja justa a fim de garantir que seus direitos sejam preservados e cumpre com seus deveres para que sua comunidade funcione ordenadamente, não no sentido positivista
– com nossos direitos políticos suspensos - e sim no sentido de equilíbrio. O cidadão participa dos acontecimentos de sua sociedade, porque quer melhorá-la visando o bem comum.
A participação de cada cidadão garante a prática da cidadania. Isso garante a interação e a integração entre os indivíduos e a inclusão dos mesmos, compondo a sociedade democrática, que é o conjunto dos indivíduos agindo autonomamente e espontaneamente para o bem coletivo, evitando a exclusão em todos os sentidos.
Precisamos acreditar num indivíduo melhor, para alcançarmos uma sociedade melhor.
Este indivíduo é você! A sociedade somos nós!


(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?

Berto Editora, 2004)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O surgimento da humanidade

Seja qual for a origem da humanidade, temos a missão sagrada de preservar a vida, zelar pela espécie humana e construir um presente próspero e saudável, para garantir no futuro, a continuidade da vida e da espécie humana.
De nada adianta descobrir a verdade sobre a origem da humanidade, se esta estiver condenada à extinção. Neste caso, nem Deus, por milagre, nem a ciência, através da clonagem ou qualquer outro recurso científico ou tecnológico, serão capazes de salvar o planeta.
Esta é uma missão exclusiva da humanidade. É preciso dar esperanças as gerações vindouras para que estas sejam capazes de acreditar num mundo melhor, sem se preocuparem com suas origens, mas somente com sua continuidade e eternidade. Por isso precisamos plantar boas sementes para colhermos bons frutos. Esta missão é responsabilidade de cada um de nós.
Apesar de todos os defeitos, somos a espécie mais bela e perfeita do cosmos. Só precisamos rever nossas ações, eliminar nossos defeitos e valorizar nossas virtudes. Devemos focar o HOMEM, independente de sua origem, tratando-o com respeito, dignidade, carinho e amor.



(Volpone de Souza, DDD - Deus Diabo Dinheiro - Qual Deles Adorar?
Berto Editora, 2004)